quinta-feira, 30 de abril de 2015

A Saga do Leitor Geralt de Rívia 2

Cruzando os reinos enfrentando os mais diversos rivais e dormindo com as mais belas bruxas, trago hoje a prazerosa resenha do segundo volume da Saga do Bruxo Geralt de Rívia, A Espada do Destino.


“Geralt de Rívia é um bruxo. Um feiticeiro cheio de astúcia. Um matador impiedoso. Um assassino de sangue-frio, treinado desde a infância para caçar e eliminar monstros. Seu único objetivo: destruir as criaturas do mal que assolam o mundo. Um mundo fantástico criado por Sapkowski com claras influências da mitologia eslava. Um mundo em que nem todos os que parecem monstros são maus e nem todos os que parecem anjos são bons...”
Para aqueles que não sabem do que se trata a resenha de hoje aconselho a ler a que fiz sobre o primeiro livro da saga onde também apresentei o autor da obra ;) (e sim, esse foi o melhor “resumo/sinopse que achei sobre o livro na internet, decepcionante).

Aqui somos levados pelo fantástico Andrzej Sapkowski a mais uma série de aventuras do agora por nós conhecidos, Geralt de Rívia.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Reader of War - HQ

Atravessando o Olimpo, matando monstros, deuses e titãs, fazendo o que nenhum mortal antes sequer sonhou em fazer, eu finalmente consegui trazer a todos a resenha de hoje. God of War, a HQ.


“Nem o inferno poderá detê-lo...

Após um destruidor conflito, o implacável guerreiro espartano chamado Kratos venceu e matou Ares, tornando-se o novo deus da guerra. Mas sua verdadeira provação ainda não começou. Agora Kratos deve testar seu recém-adquirido poder contra o impossível e derrotar as terríveis criaturas que guardam a Ambrosia de Esculápio, capaz de curar qualquer doença.

Entretanto, está não será a primeira vez que o Fantasma de Esparta parte em busca de tal prêmio....
Quando ainda era um mortal, Kratos buscou uma cura capaz de salvar sua filha, condenada a morrer pelas leis de Esparta. Mas o guerreiro não fazia idéia de que era somente um peão em um doentio jogo entre os seres muito além da compreensão.

E que os deuses ajudem seus adversários, pois o homem que um dia está destinado a destruir o próprio Olimpo não irá ser detido por nada nem por ninguém até conseguir o que quer.”

O Leitor do Apocalipse

Nada melhor do que comemorar o dia internacional do livro voltando a postar no blog :)

E queridos leitores e queridas leitoras, hoje venho direto do sétimo céu com minha mais nova resenha, pois o livro de hoje é A Batalha do Apocalipse.


“Há muitos e muitos anos, há tantos anos quanto o número de estrelas no céu, o Paraíso Celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio, e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o juízo final.

Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas, o dia do despertar do Altíssimo. Único sobrevivente do expurgo, o líder dos renegados é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na batalha do Armagedom, o embate final entre Céu e o Inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro do universo.

Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano; das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval. A batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana, mas também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, cheio de lutas heroicas, magia, romance e suspense.”

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Mais um Discworlds no Brasil

A editora Bertrand Brasil está lançando um novo livro da sensacional série Discworlds, do recentemente falecido autor Terry Pratchett.

Um forma de homenagear os fãs? De se aproveitar dos "quinze minutos" de falatório referente a morte do autor? Quem sabe. No fundo não importa.

O que importante de verdade é que o décimo terceiro livro dessa grande (nos dois sentidos) série está chegando. O livro intitulado Pequenos Deuses, originalmente escrito em 1992, virá para o Brasil com 308 páginas e com o valor de 38 reais.

Os doze volumes anteriores estão na sua gigantesca maioria esgotados e cá entre nós eu não sei nenhum local onde ainda se possa achar. Talvez em sebos, mas ainda assim é uma tarefa difícil. A obra com impressões a muito esgotadas no país agora tem uma nova chance de retornar pelas mãos da editora que agora detém os seus direitos autorais e a publicação desse novo volume é a prova disso.

Agora aos fãs é só uma questão de espera por mais notícias sobre essa fantástica obra deste autor tão desconhecido ainda do público brasileiro atual.

Para os que se interessaram aqui vai um rápido resumo retirado da wikipédia:

"Discworld é uma série de livros de fantasia, publicado em mais de vinte e cinco idiomas, criada pelo escritor inglês Terry Pratchett. Sendo uma referência ao local imaginário onde têm lugar a maioria dos seus livros (nota: um dos primeiros livros de Pratchett, Strata, também se passava num mundo em forma de disco, mas tratava-se de um local diferente)

A série é famosa por satirizar grandes autores de fantasia, como J.R.R. Tolkien, C.S Lewis, jogos de RPG, cenas do cotidiano."

quinta-feira, 2 de abril de 2015

70% dos brasileiros não lêem

De acordo com a pesquisa recente realizada pela Fecomercio-RJ em 70 cidades de nove regiões metropolitanas, houve uma diminuição na porcentagem de brasileiros leitores. Ano passado cerca de 35% leram pelo menos um livro o ano inteiro, este ano o valor chegou em 30%.

Como se não bastasse tal estatística, a pesquisa também revela que 55% da população não realizou qualquer forma de atividade cultural ao longo do ano. O número de pessoas que também vão ao cinema caiu em relação ao ano passado.

Ao menos, aparentemente, os frequentadores de peças teatrais dobraram (mesmo que ainda representem apenas 11% dos brasileiros).

O uso da internet crescente é acusado como o principal fator dessa diminuição no número de leitores, principalmente no público jovem, mas será realmente isso? O crescimento econômico entre um ano e outro não influenciou em nada esse cenário? O alto custo para se ler, frequentar um cinema e até ir ao teatro também não influenciam ainda mais do que a internet que tanto querem fazer de vilã?

No fundo independente do culpado é triste ver tamanha parcela da população sem uma única misera página lida.