Pelas escuras e mortais vielas de Gotham, cruzando os
corredores enlouquecedores do Asilo Arkham, combatendo os mais insanos vilões
dos quadrinhos, eu venho hoje lhes trazer a mais nova resenha do blog.
A obra de hoje é Batman - A Piada Mortal.
“ Está história vem para contar como um dia ruim na vida de
um homem pode significar a linha que separa a sanidade da loucura. Em A Piada
Mortal, os fãs saberão a origem do Coringa contada por Alan Moore e saberão mais
sobre sua relação conturbada com o Cavaleiro das Trevas.”
Sim, queridas leitoras e queridos leitores, hoje falarei
sobre uma das obras mais fantásticas do universo de quadrinhos da DC Comics e a
minha predileta com relação ao universo particular do Batman já que aqui
lidamos com a melhor representação do seu mais icônico vilão, o Coringa.
Você não leu errado, caro leitor, por mais que possa estar se confundindo graças ao título.
Minority Report é um conto do meu querido autor Philip K. Dick (o qual já foi assunto de resenha neste blog com seu livro Androids Sonham com Ovelhas Elétricas? e pode ser achado no link http://pontodevista42.blogspot.com.br/2015/03/leitores-sonham-com-ficcao-cientifica.html) e que foi publicado aqui no Brasil na coletânea Realidades Adaptadas, lançada pela editora Aleph e que reúne outros contos do autor que deram origens a filmes.
O conto foi adaptado em formato de filme pelas mãos de Steven Spielberg no ano de 2002 e estrelado por Tom Cruise no papel de John Anderton.
Agora será adaptado mais uma vez e para o formato de série televisiva. O canal responsável pela produção está sendo a Fox. A trama se passará em 2064, dez anos após o final do filme, e contará a história de Dash (interpretado por Stark Sands), um dos precogs do departamento de Pré-crimes e que foi liberto no final do filme. Dash tentará viver uma vida normal, mas seu dom de premonição continua a o perseguir mostrando imagens de crimes futuros.
Em meio a esse caos, ele conhecerá a detetive Lara Veja (interpretada por Meagan Good), uma mulher atormentada pelo seu passado e sem medo de quebrar as regras, e juntos tentaram viver uma vida normal enquanto resolvem os crimes que o precog pressente antes mesmo de aconteceram.
No elenco ainda teremos Daniel London (que interpretou o personagem Wally no filme de Spielberg), Laura Regan, Wilmer Valderrama e Li Jun Li. Com roteiro de Max Borenstein (roteirista do reboot de Godzilla do ano passado) e produção da Amblin Entertainment, empresa fundada pelo próprio Spielberg.
A todos os leitores deste humilde blog, hoje, a poucas horas atrás a editora Aleph acabou de anunciar seu mais novo lançamento.
Aos não conhecedores, essa é basicamente a editora responsável pelos melhores e mais significativos lançamentos de livros em relação a literatura de ficção científica e também aquela que está re-lançando os livros de Star Wars no Brasil pelo compilado/"selo"/série que eles chamam de Legends.
O "selo" Legends já contava com três obras importantíssimas para todos os fãs do Universo Expandido de Star Wars como Kenobi, Provação e Herdeiro do Império. O terceiro citado, Herdeiro do Império, na realidade é o primeiro de uma trilogia e finalmente o segundo está para chegar já no mês de junho. A Ascensão da Força Sombria está chegando, meus queridos jedis, padawans, siths bounty hunters e tudo mais que compõe esse incrível universo.
Atravessando os séculos recheando minha pós-vida de sangue e
corpos, eu os trago hoje a sanguinária e deliciosa resenha de Entrevista com o
Vampiro, a História de Claudia.
“‘Acorde, Cláudia. Você está doente, está me ouvindo?
Precisa fazer o que eu mandar para ficar boa. Precisar beber para ficar boa.’
Ela é a vampira que nunca deveria ter sido. Sua própria
existência é tida como uma abominação entre as criaturas da noite. Com a
luxúria de uma predadora aprisionada no corpo de uma criança, ela se move através
das sombras de um mundo sempre fora de seu alcance. Órfã, filha, vítima e
monstro...